domingo, 7 de janeiro de 2018

O racismo esquerdista

"O governo, a direita e a polícia oprimem pretos e pobres", "em defesa dos negros e pobres", "negros e pobres são assassinados sistematicamente". Quantos destes chavões você já deve ter ouvido ou lido, por aí? Certamente, todos eles. E, sempre, eles vêm do pessoal politicamente correto, aqueles que se auto-intitulam bastiões da justiça e igualdade social, porém, fazem deste chavão o seu único argumento.

Para eles, se você for de direita, logo, você é racista. O que poucos notam é que, ao usarem desde subterfúgio, a esquerda apenas mostra o quão racista é. Trata as pessoas conforme sua etnia e classe social, sempre separando-as nestes dois grupos, para aplauso daqueles que seguem da mesma agenda segregadora. É uma simples questão de interpretar o que é jogado, principalmente na internet, por celebridades e políticos: negros e pobres são sempre usados como oprimidos e marginalizados, mas quase nunca como exemplo de gente trabalhadora e que vence na vida, às custas de seu próprio esforço.

Excluem brancos como se nenhum fosse pobre ou oprimido por governos que pensam apenas nos próprios interesses, em detrimento dos anseios do povo. E o que estes tais bastiões da justiça fazem? Apenas levantam a velha bandeira marxista da luta entre classes, dizendo que negros e pobres são sempre vítimas e que precisam de proteção o tempo todo; proteção esta que só a esquerda pode dar. Venezuela e outros países controlados por esquerdistas provam bem o quanto a esquerda defende seu povo.

Partidos socialistas e comunistas usam negros e pobres como massa de manobra o tempo todo, sempre colocando-os como uma classe desvalorizada, enquanto culpam os brancos por toda a miséria que o povo sofre. Ironicamente, muitos dos que levantam esta bandeira são JUSTAMENTE brancos! Grande ironia, não? O ator americano Morgan Freeman disse, em uma entrevista, que se deve parar de chamar uma pessoa por sua cor, mas, sim, por seu nome. E ele tem razão. Quanto menos nos importarmos com a cor ou classe social das pessoas e nos preocuparmos apenas com as pessoas, sem distinção, menor será o argumento para artistas claramente racistas e aproveitadores usarem em defesa da tal "justiça social".

Como se pode ver, com muita clareza, para a esquerda, as pessoas pouco importam, importam os rótulos e como usá-los. Existe racismo? Existe. Ele deixará de existir? Provavelmente, não, mas isto não significa que não devemos tentar diminuí-lo a quase nada. Existem racistas em todos os lados, direita e esquerda, mas, se tem alguém que faz uso do racismo abertamente, travestido de anti-racista, majoritariamente é de esquerda.

Então, que tal fazer o que Morgan Freeman fez? Chamar as pessoas por seus nomes e lutar pelo bem de todos?