quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Malhação: a Globo finalmente mostra sua verdadeira face

"Lobo em pele de cordeiro". Este antigo dizer parece mais verdadeiro do que nunca, nos últimos tempos. A amada e odiada TV Globo, que muitos julgavam ser de direita (pode até ter flertado com a direita, em outros tempos), mostrou que não passa de um canal propagandista da agenda de esquerda.
Programas como Encontro com Fátima Bernardes, Amor e Sexo, algumas novelas recentes e agora, vejam vocês, a Malhação, provam o ponto ao qual discorrerei a seguir.

Nesta atual temporada da Malhação, "Viva a Diversidade", a vida dos personagens parece girar em torno apenas do que é politicamente correto ou o que choca a sociedade. Claramente voltada para a esquerda, a trama coloca os adolescentes duma escola sempre na situação de ou oprimidos pelo sistema, ou revolucionários, ou racistas, ou vítimas do racismo, ou empoderadas, ou reacionárias; sempre a velha luta entre classes.

Não bastasse abordarem o sexo de maneira tão banal, já que há até quem tenha filhos na adolescência no meio da trama, levam o assunto da maneira mais leviana adiante: a tal "liberdade sexual" e "livre amor". Nos recentes episódios, foi mostrado que existe um quarteto amoroso onde "não há regras" e que "todo mundo já se pegou". Isto deixa no ar que tanto meninas quanto meninos já tiveram algum envolvimento. Não é problema a orientação sexual de cada pessoa, o problema é como isto vem sendo glamourizado e estimulado por um programa que é, quase que integralmente, assistido por crianças e adolescentes.

Indo um pouco mais fundo, a atual temporada de Malhação levanta ícones da decadência de nossa nação, como Paulo Freire, Marxismo Cultural, Feminismo, Diversidade (já nascemos diversos, logo, esta ideologia é nula por si só), Comunismo, Desrespeito aos Pais (ok, é comum a rebeldia, mas há de se mostrar que é apenas uma fase, não um motivo de orgulho), e uma Sexualização mais do que exacerbada.

Já houve beijo entre duas garotas, e, ao que tudo indica, elas terão sua "primeira vez". Não obstante, há suposições de que o mesmo ocorrerá entre meninos. Vejam bem: a orientação sexual de cada um não está em debate; o que se deve debater é: expor crianças e adolescentes, que não tem entendimento e nem vivência para entrar num assunto tão complexo quanto sexualidade, a verem cenas de sexo, não importando se hétero ou homo, é um ato de irresponsabilidade, e, para não me esquecer, praticar a agenda esquerdista, que relativiza tudo.

Não sou pai, mas acredito que a maioria dos pais e mães não quer seus filhos expostos ao sexo de maneira tão sórdida e sorrateira como pretende a Malhação. Desculpem a expressão, mas ver duas meninas transando, no meio da tarde, é um insulto, um ultraje. O mesmo vale para sexo hétero e entre dois meninos.

A Globo quer, à todo custo, que os adolescentes e adultos aceitem que tudo é natural, e que você pode fazer as coisas sem a menor concepção de consequências e traumas que isto pode causar. Para eles, os valores tradicionais não são nada além de empecilhos para "uma vida livre". Só para finalizar: sexo é algo natural, e deve ser descoberto conforme o momento de cada indivíduo, independentemente da orientação sexual. Não cabe a um programa para crianças e adolescentes querer mostrar que sexo existe, é bom e deve ser estimulado.

Falar sobre o tema cabe aos pais, e não a um canal de televisão. Por fim, o que a Globo quer é: tornar todos nós seres sem pensamentos próprios e movidos apenas pelos nossos instintos básicos, o que é mais do que deplorável.