quinta-feira, 1 de março de 2018

Gusttavo Lima e a #Globolixo

Todos devem ter ficado sabendo sobre a "polêmica" envolvendo o vídeo de Gusttavo Lima atirando com uma arma de grosso calibre, nos Estados Unidos, e como a Globo, Paladina da Justiça, fez o que pôde e o que não pôde para crucificar o cantor. Antes de mais nada, não gosto de música sertaneja, em especial o "Sertanejo Universitário", mas um canal que vive glamorizando a favela, o alto poder dos traficantes e transformando-os em vítimas da sociedade, quando é justamente o oposto do que ocorre, tem qual morar pra criticar?

Gusttavo Lima não estava dando tiros para o alto, em algum local onde inocentes poderiam ser feridos; estava num local propício para a prática de tiro, onde as chances de uma tragédia acontecer são mínimas, Já para a Marxista Globo, Gusttavo deve ser considerado um vilão, um fomentador do crime organizado e da violência, mas quem vive fazendo novela em morro (onde a maioria das pessoas é de bem, ressalto) e alçando bandidos ao estrelato, deveria ser a última a dar alguma opinião sobre se uma pessoa, desde que preparada física e psicologicamente para fazê-lo, deve ou não armar-se.

Por fim, Gusttavo não fez nada de absurdo. Já a #Globolixo...

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Vitimismo

Algo que vem sendo cultuado no Brasil tem um bom tempo, e que anda mais em evidência do que nunca: o vitimismo. Estamos vivendo um momento em que, ao invés de se levantar e lutar por uma vida melhor, muitas pessoas se dizem "vítimas do sistema opressor", ao mesmo tempo em que querem que o mesmo "sistema opressor" lhes dê tudo numa bandeja de prata. Contrassenso? Claramente, mas muitos (propositalmente, provavelmente) fazem uso do vitimismo em qualquer situação que lhes seja favorável.

O Brasil se tornou um país onde todos querem tudo de graça, e sem o mínimo esforço, preferivelmente. A impressão que passa é de que somos todos crianças e o estado é uma mãe "caridosa". Isto é tão usado pela esquerda, inclusive por seu "Messias", o #Lulanacadeia, que fez até palanque eleitoral sobre o caixão da própria mulher, vive dizendo-se um vencedor, que passou fome e etc, o que pode ser verdade, mas não é aplicável à ele, nos dias de hoje.

Um homem que acumulou milhões (ou até bilhões) às custas do sangue do povo se dizer uma vítima? Ele, desde que ingressou na política, é uma das causas de todos os problemas que nosso país possui. Mas isto nem é o pior: seguindo seu "Messias", milhares de pessoas, manipuladas pela ideologia esquerdista, não são capazes de conseguir nada pelo próprio esforço; culpam o estado por tudo, ao mesmo tempo que querem que o estado as prova tudo o que necessitam, mesmo o supérfluo.

Enquanto assassina, discrimina, incita o ódio entre as pessoas e prega o fim de todos os pilares da nossa sociedade, os esquerdistas sempre se colocam como papel de sofredores, mártires, e conseguem atrair muita gente com isto.

A pergunta que deixo é: que tal sair um pouco do sofá e lutar por seu lugar ao sol ao invés de querer tudo já mastigado? A incapacidade de uns não pode ser o modelo de toda uma sociedade. Quer ter do bom e do melhor? Trabalhe por isto e pare de responsabilizar os outros pelas suas debilidades.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Rápida reflexão

Se quem apoia bandido, liberação das drogas, desarmamento da população, políticas cada vez mais assistencialistas e incita o ódio por todo lado, os fascistas são os conservadores?


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Santa Maria

Muitos podem não acreditar nela ou respeitá-la, mas é inegável, mesmo aos mais descrentes, que a Virgem Maria move milhões em seu nome por todo o mundo. Seja em qual país e língua que for, a fé na Virgem faz as pessoas se deslocarem das mais longínquas locações até o seu encontro, para demonstrar todo o seu amor por Maria, agradecer por todas as graças e intercessão que ela concede a cada um de nós, e o quanto ela é mãe do nosso povo, há mais de 300 anos.


domingo, 7 de janeiro de 2018

O racismo esquerdista

"O governo, a direita e a polícia oprimem pretos e pobres", "em defesa dos negros e pobres", "negros e pobres são assassinados sistematicamente". Quantos destes chavões você já deve ter ouvido ou lido, por aí? Certamente, todos eles. E, sempre, eles vêm do pessoal politicamente correto, aqueles que se auto-intitulam bastiões da justiça e igualdade social, porém, fazem deste chavão o seu único argumento.

Para eles, se você for de direita, logo, você é racista. O que poucos notam é que, ao usarem desde subterfúgio, a esquerda apenas mostra o quão racista é. Trata as pessoas conforme sua etnia e classe social, sempre separando-as nestes dois grupos, para aplauso daqueles que seguem da mesma agenda segregadora. É uma simples questão de interpretar o que é jogado, principalmente na internet, por celebridades e políticos: negros e pobres são sempre usados como oprimidos e marginalizados, mas quase nunca como exemplo de gente trabalhadora e que vence na vida, às custas de seu próprio esforço.

Excluem brancos como se nenhum fosse pobre ou oprimido por governos que pensam apenas nos próprios interesses, em detrimento dos anseios do povo. E o que estes tais bastiões da justiça fazem? Apenas levantam a velha bandeira marxista da luta entre classes, dizendo que negros e pobres são sempre vítimas e que precisam de proteção o tempo todo; proteção esta que só a esquerda pode dar. Venezuela e outros países controlados por esquerdistas provam bem o quanto a esquerda defende seu povo.

Partidos socialistas e comunistas usam negros e pobres como massa de manobra o tempo todo, sempre colocando-os como uma classe desvalorizada, enquanto culpam os brancos por toda a miséria que o povo sofre. Ironicamente, muitos dos que levantam esta bandeira são JUSTAMENTE brancos! Grande ironia, não? O ator americano Morgan Freeman disse, em uma entrevista, que se deve parar de chamar uma pessoa por sua cor, mas, sim, por seu nome. E ele tem razão. Quanto menos nos importarmos com a cor ou classe social das pessoas e nos preocuparmos apenas com as pessoas, sem distinção, menor será o argumento para artistas claramente racistas e aproveitadores usarem em defesa da tal "justiça social".

Como se pode ver, com muita clareza, para a esquerda, as pessoas pouco importam, importam os rótulos e como usá-los. Existe racismo? Existe. Ele deixará de existir? Provavelmente, não, mas isto não significa que não devemos tentar diminuí-lo a quase nada. Existem racistas em todos os lados, direita e esquerda, mas, se tem alguém que faz uso do racismo abertamente, travestido de anti-racista, majoritariamente é de esquerda.

Então, que tal fazer o que Morgan Freeman fez? Chamar as pessoas por seus nomes e lutar pelo bem de todos?

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Malhação: a Globo finalmente mostra sua verdadeira face

"Lobo em pele de cordeiro". Este antigo dizer parece mais verdadeiro do que nunca, nos últimos tempos. A amada e odiada TV Globo, que muitos julgavam ser de direita (pode até ter flertado com a direita, em outros tempos), mostrou que não passa de um canal propagandista da agenda de esquerda.
Programas como Encontro com Fátima Bernardes, Amor e Sexo, algumas novelas recentes e agora, vejam vocês, a Malhação, provam o ponto ao qual discorrerei a seguir.

Nesta atual temporada da Malhação, "Viva a Diversidade", a vida dos personagens parece girar em torno apenas do que é politicamente correto ou o que choca a sociedade. Claramente voltada para a esquerda, a trama coloca os adolescentes duma escola sempre na situação de ou oprimidos pelo sistema, ou revolucionários, ou racistas, ou vítimas do racismo, ou empoderadas, ou reacionárias; sempre a velha luta entre classes.

Não bastasse abordarem o sexo de maneira tão banal, já que há até quem tenha filhos na adolescência no meio da trama, levam o assunto da maneira mais leviana adiante: a tal "liberdade sexual" e "livre amor". Nos recentes episódios, foi mostrado que existe um quarteto amoroso onde "não há regras" e que "todo mundo já se pegou". Isto deixa no ar que tanto meninas quanto meninos já tiveram algum envolvimento. Não é problema a orientação sexual de cada pessoa, o problema é como isto vem sendo glamourizado e estimulado por um programa que é, quase que integralmente, assistido por crianças e adolescentes.

Indo um pouco mais fundo, a atual temporada de Malhação levanta ícones da decadência de nossa nação, como Paulo Freire, Marxismo Cultural, Feminismo, Diversidade (já nascemos diversos, logo, esta ideologia é nula por si só), Comunismo, Desrespeito aos Pais (ok, é comum a rebeldia, mas há de se mostrar que é apenas uma fase, não um motivo de orgulho), e uma Sexualização mais do que exacerbada.

Já houve beijo entre duas garotas, e, ao que tudo indica, elas terão sua "primeira vez". Não obstante, há suposições de que o mesmo ocorrerá entre meninos. Vejam bem: a orientação sexual de cada um não está em debate; o que se deve debater é: expor crianças e adolescentes, que não tem entendimento e nem vivência para entrar num assunto tão complexo quanto sexualidade, a verem cenas de sexo, não importando se hétero ou homo, é um ato de irresponsabilidade, e, para não me esquecer, praticar a agenda esquerdista, que relativiza tudo.

Não sou pai, mas acredito que a maioria dos pais e mães não quer seus filhos expostos ao sexo de maneira tão sórdida e sorrateira como pretende a Malhação. Desculpem a expressão, mas ver duas meninas transando, no meio da tarde, é um insulto, um ultraje. O mesmo vale para sexo hétero e entre dois meninos.

A Globo quer, à todo custo, que os adolescentes e adultos aceitem que tudo é natural, e que você pode fazer as coisas sem a menor concepção de consequências e traumas que isto pode causar. Para eles, os valores tradicionais não são nada além de empecilhos para "uma vida livre". Só para finalizar: sexo é algo natural, e deve ser descoberto conforme o momento de cada indivíduo, independentemente da orientação sexual. Não cabe a um programa para crianças e adolescentes querer mostrar que sexo existe, é bom e deve ser estimulado.

Falar sobre o tema cabe aos pais, e não a um canal de televisão. Por fim, o que a Globo quer é: tornar todos nós seres sem pensamentos próprios e movidos apenas pelos nossos instintos básicos, o que é mais do que deplorável.